O grupo DE Alcoólicos Anónimos 1 de Maio têm reuniões às terças e quintas feiras às 20:00h na expo , para ingressar no grupo contacte-nos por email ***Alcoólicos Anónimos é uma comunidade de homens e mulheres que partilham entre si a sua experiência, força e esperança para resolverem o seu problema comum e ajudarem outros a se recuperarem do alcoolismo. O único requisito para ser membro é o desejo de parar de beber. Para ser membro de AA não é necessário pagar taxas de admissão nem quotas. Somos auto-suficientes pelas nossas próprias contribuições. AA não está ligado a nenhuma seita, religião, instituição política ou organização; não se envolve em qualquer controvérsia, não subscreve nem combate quaisquer causas. O nosso propósito primordial é mantermo-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a alcançar a sobriedade. O GRUPO 1 DE MAIO NÃO ESTA LIGADO À ESTRUTURA DO AAPORTUGAL

14 de Dez de 2009

SABE USAR A "TERAPIA DO TELEFONE" ?

Quando começamos a tentar alcançar a sobriedade,
muitos de nós nos surpreendemos tomando um gole sem qualquer
intenção. Às vezes, parecia acontecer praticamente sem que o
soubéssemos. Não havia decisão consciente de beber nem qualquer
noção real das possíveis conseqüências. Não havíamos
tencionado iniciar uma bebedeira total.

Agora, nós já sabemos que basta adiar aquele primeiro
gole e colocar outra coisa em seu lugar para termos uma oportunidade
de pensar em nossa
história de bebida, na doença do alcoolismo, bem como nos prováveis
resultados de uma recaída alcoólica.

Felizmente, podemos fazer mais do que pensar sobre isso,
e o fazemos. Telefonamos a alguém.

Quando paramos de beber, disseram-nos repetidamente para
anotarmos os telefones dos membros de A.A. e, em vez de beber,
telefonar-lhes.

A princípio, a idéia de discar para alguém que mal
conhecíamos parecia estranha, e muitos de nós nos mostrávamos
relutantes. Mas os membros de A.A. que tinham mais tempo de
abstenção, continuavam a insistir nela. Diziam compreender por que
hesitávamos, uma vez que já haviam passado por isso. Todavia,
asseguravam eles, tente
pelo menos uma vez.

Assim, afinal, milhares e milhares de nós o fizemos.
Para nosso alívio, a experiência foi tranqüila e agradável.
Melhor do que tudo, funcionou.

Talvez a maneira mais rápida de compreender isso, antes
de tentar, seja colocar-se mentalmente no lugar da pessoa solicitada.
É confortador e gratificante receber tanta demonstração de
confiança. Desse modo, quem recebe o telefonema mostra-se quase
invariavelmente amável, encantado mesmo com o chamado – de modo
nenhum surpreso – e até feliz por nos escutar.

E mais. Muitos de nós verificamos que, quando queríamos
beber, podíamos telefonar a alguém mais experimentado na sobriedade
e nem era necessário mencionar que estávamos pensando em um trago,
o que era entendido, freqüentemente, sem uma palavra. E
realmente não importava a hora que telefonássemos, dia ou noite!

Às vezes, sem razão aparente, encontrávamo- nos, de
repente, inexplicavelmente tomados de violenta crise de ansiedade,
medo, terror, pânico mesmo, que não fazia sentido. (Isso acontece a
muitos seres humanos, não somente aos alcoólicos.)

Quando contávamos a verdade sobre nosso estado, o que
estávamos fazendo e o que queríamos fazer, verificávamos que
éramos perfeitamente compreendidos. Recebíamos empatia completa –
não simpatia. Toda pessoa que chamamos, lembre-se, tinha estado
exatamente na mesma situação, algum dia, e disso se lembrava muito
bem.
Na grande maioria dos casos, apenas alguns momentos de
conversa faziam desaparecer nossa vontade de beber. Às vezes,
obtínhamos informação prática e esclarecedora ou orientação
indireta e cortês vigorosa e direta. Às vezes, terminávamos rindo.
Os observadores de alcoólicos recuperados constataram a
ampla rede de encontros informais existente entre os membros de A.A.,
mesmo fora das reuniões de Grupos ou quando ninguém está pensando
ou falando em bebida. Verificamos que é possível desfrutar de toda
vida social desejada uns com os outros, fazendo juntos as coisas que
os amigos fazem – ouvir música, bater papo, ir a teatro ou cinema,
comer juntos, acampar e pescar ou simplesmente aparecer, escrever,
telefonar – tudo sem necessidade de uma bebida sequer.

Tais relações e amizades têm um valor especial para
aqueles que decidem não beber. Ficamos livres para sermos nós
mesmos entre gente que partilha nosso próprio interesse pela
manutenção de uma sobriedade feliz – sem oposição fanática a
toda bebida.

É possível, naturalmente, ficar sóbrio mesmo entre
pessoas que não são alcoólicos recuperados, ainda que bebam
bastante, embora nos sintamos pouco à vontade em sua companhia. Mas,
no meio de outros alcoólicos sóbrios, podemos estar seguros de que
nossa recuperação é altamente prezada e profundamente
compreendida. Ela significa muito para estes amigos, assim como a
saúde deles é valiosa para nós.

A transição para a alegria da sobriedade às vezes
começa quando, sóbrios há pouco, começamos a entrar em contato
com outros igualmente novatos no programa. A princípio, parece
embaraçoso travar amizade com pessoas que estão sóbrias há anos.
Ficamos, em geral, mais á vontade com aqueles que, como nós, estão
iniciando sua marcha para a recuperação. É por isso que muitos de
nós fazemos as primeiras chamadas telefônicas para tratar de não
beber aos nossos "contemporâneos" de A.A.

O "recurso do telefone" funciona mesmo quando
não conhecemos nenhum indivíduo para chamar. Se A.A. constar da
lista telefônica, basta discar um número e entrar instantaneamente
em contato com alguém profundamente compreensivo. Pode ser uma
pessoa que jamais encontramos, porém a mesma empatia genuína está
presente.

Feita a primeira chamada, é muito mais fácil partir
para outra quando necessário. Finalmente, a necessidade de falar com
alguém até passar o desejo de beber desaparece para a maioria de
nós. Quando isso acontece, porém, muitos de nós verificamos que já
estabelecemos um hábito de telefonema ocasionais amistosos e o
mantemos só porque gostamos.

Mas isso, geralmente, vem mais tarde. A princípio, o
"recurso do telefone" serve para nos ajudar a permanecer
sóbrios. Pegamos o telefone em vez de uma garrafa. Mesmo sem pensar,
funciona. Mesmo sem querer.

QUINTA TRADIÇÃO DE ALCOÓLICOS ANÓNIMOS

"Cada grupo é animado de um único propósito primordial – o de transmitir a mensagem ao alcoólico que ainda sofre".
Será que às vezes caio fora, exclamando; "Eu não sou um grupo, então essa ou aquela Tradição não se aplica a mim".
Estou disposto a explicar com firmeza a um recém-chegado as limitações de ajuda de A.A., mesmo que ele fique danado comigo por negar-lhe um empréstimo?
Será que hoje abusei da boa-vontade de qualquer companheiro de A.A. pedindo um favor especial ou uma consideração, simplesmente porque sou um companheiro alcoólico?
Estou disposto a praticar meu trabalho de Décimo Segundo Passo com o recém-chegado, independentemente de quem ele seja ou do que eu ganhe com isso?
Ajudo o meu grupo de todas as maneiras que posso, a fim de cumprir com o nosso propósito primordial?
Será que me lembro de que os veteranos em A.A. podem ser também alcoólicos que ainda sofrem? E tento ajudá-los e, ao mesmo tempo aprender com eles?

Frases de Bill W

Atravessamos a rua e tocamos na meia porta do boteco. O dono abriu e
perguntou-nos o que queríamos. Meu amigo pediu um uísque e eu pedi uma
ginger ale. Ele me perguntou: Você não bebe? Eu respondi: Não.

-Por que não, ele me perguntou.

Daí para frente, eu comecei a contar-lhe toda a minha vida, de
hospitais a hospitais, das instituições, casas de recuperação, dos
hospícios.

Contei-lhe tudo a respeito de minha vida. Ele disse para mim, que eu
era um homem notável.

Aí então, eu compreendi que ele era um homem muito inteligente. Ele
havia escutado tudo que eu havia lhe contado, com a maior atenção. Nunca até
então, ninguém havia dito uma palavra delicada a meu respeito ou para mim.

Ele continuou, eu tenho parentes e amigos, que tem uma história
semelhante à sua, contudo, hoje ele estão presos, em hospitais ou mortos ou
vagando pelas ruas. Você parece-me ter encontrado o caminho para curar-se, e
isto e remarcarei muito remarcavel!!

Como Contactar o Grupo 1 de Maio !

Caro visitante deste blog pode nos contactar através das seguintes formas

Pelo telefone 912782364 que se encontra anunciado neste blog, no caso de não ser atendido de imediato, nós fazemos o retorno da chamada, assim que possivél.

Por SMS , escreva um Sms para o número 91 278 23 64, que nós o contactamos no prazo de 2 a 3 Horas.

Por meio de chat ou video Conferência através do programa Paltalk. Para nos contactar
é muito simples, basta dar um clique nas imagens que se encontra neste blog que é directo para a sala de texto ou video. Uma nota, Os nossos companheiros que se encontram na cordenação da sala , encontram-se de camera aberta on line. O não respeito pelos mesmos, sera expulso da sala e o seu IP verificado.

As nossas reuniões de sala na expo, são realizadas em simultaneo na Internet. Caso não aceite a divulgação da sua voz ou imagem, indique ao moderador da reunião para que não seja difundida a sua imagem ou voz na internet.

Qualquer duvida deste funcionamento temos à disposição o e-mail aa1demaio@gmail.com

9 de Dez de 2009

Nunca é tarde demais para arranjar um padrinho ?

Aprender o programa
de A.A. não é o mesmo que vivenciá-lo. A probabilidade é a do novato já
ter aprendido algumas coisas sobre o alcoolismo, mas não ter tido qualquer
experiência no uso de A.A. como um programa contínuo de manutenção da
sobriedade. Novamente, a experiência pessoal do padrinho pode capacitar o
novato a encontrar uma orientação para a aplicação dos princípios de A.A. em
sua vida cotidiana, da mesma maneira que qualquer outro novato a encontra
quando chega à porta de A.A. em busca de ajuda.
Nunca é tarde demais para arranjar um padrinho?
Não.
Um AA que pertence à Irmandade ou esteja "rondando-a" há muitos anos,
freqüentemente acha que obter um bom padrinho, com quem possa falar francamente
e escutar, pode fazer com que todo o programa se revele como nunca
antes.
O apadrinhamento pode ser a resposta para a pessoa que conseguiu obter somente
intervalos de sobriedade. Talvez esse membro tenha se ligado a pessoas que
permanecem nas margens de A.A., freqüentam casualmente as reuniões, mas que
ainda não tenham feito verdadeiramente o Primeiro Passo. Isso pode alimentar
ressalvas secretas sobre o seu próprio alcoolismo. Ou o membro pode ter se
deixado levar pela companhia de outros, que recaem repetidamente. Obviamente, é
impossível aprender com eles o que eles mesmo não aprenderam. Para uma pessoa
assim, um padrinho com uma base sólida de sobriedade em A.A. pode dar-lhe o que
necessita para mudar de conduta.
Mesmo que tenhamos muitos anos de abstinência, geralmente poderemos nos beneficiar ao
pedir a um amigo em A.A. que seja nosso padrinho. Podemos estar descontentes ou
até mesmo sofrendo, porque esquecemos que o programa de A.A. oferece um modo de
viver inteiramente novo e não apenas a libertação do álcool. Com a ajuda de um
padrinho, podemos aproveitar o programa na sua totalidade, mudar nossas
atitudes e, através desse processo, vir a desfrutar a nossa sobriedade.

1 de Dez de 2009

REFLEXÃO DIÁRIA DO DIA 1 DE DEZEMBRO

O nosso Décimo Segundo Passo também diz que, como resultado da prática de
todos os passos, cada um de nós encontrou o que se chama um despertar
espiritual A maneira como um AA se prepara para receber esta dádiva
assenta na prática dos Doze Passos do nosso programa.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, PÁGS. 98-99
Lembro-me da resposta do meu padrinho quando lhe disse que os Passos
eram sugeridos. Ele respondeu-me que são sugeridos da mesma maneira que,
se saltares de um avião de pára-quedas, se sugere que puxes o cabo de
disparo para salvares a tua vida. Ele sublinhou que se sugere QUE EU
PRATIQUE OS Doze Passos se quiser salvar a minha vida, de modo que procuro
lembrar-me diariamente que tenho todo um programa de recuperação baseado em
todos os Passos sugeridos.

30 de Nov de 2009

SERVIR SIM, "JOGAR A TOALHA" NUNCA!

"Há dias em que me sinto cansada e tenho vontade de "jogar a toalha", mas a
maior prejudicada serei eu mesma".
A Reflexão Diária do dia 24 de janeiro, me levou de volta a um passado não
muito distante. Em 1990, o tema proposto pela Reunião Anual da Conferência
de Serviços Gerais, foi a mulher nos Serviços de A.A., justamente o ano em
que sofri uma interrupção do programa retornando ao álcool. Fazendo um
inventário de minha vida, através dessa Reflexão, percebi que eu apenas
fazia parte" sem "pertencer" a A.A. Passados uns dois anos retornei ao grupo
Vivia uma rotina de isolamento: casa-trabalho-grupo. Procurava chegar
sempre em cima da hora de começar a reunião. Não queria papo com "aquela
gente".
Certo dia resolvi ir para o grupo mais cedo. Observei que o companheiro que
preparava nosso café era deficiente de um braço. Sentei-me na minha "cadeira
cativa" e fiquei a observar algumas coisas. A sala estava suja e precisava
ser varrida. A minha arrogância e meu orgulho diziam que eu não precisava
fazer aquilo porque tinha alguém para fazer.
O companheiro terminou de organizar as coisas do cafezinho sentou perto de
mim e disse: "Sabe, companheira, eu sou semi-analfabetizado e a única forma
de contribuir com o grupo é fazendo o café". A simplicidade daquele
companheiro me despertou para o Terceiro Legado. Foi o momento em que tentei
vencer o meu orgulho e num impulso resolvi varrer a sala. Como tinha tempo
disponível, passei a chegar mais cedo no grupo. À medida que os companheiros
iam chegando (a sala já estava varrida), eu ia me integrando a uma conversa
descontraída. Percebi que algo diferente estava acontecendo comigo. Comecei
a me descobrir e, de certa forma, aceitar o Segundo Passo; estava voltando a
ser a mulher alegre e descontraída de anos atrás.
O Poder Superior estava me levando à sanidade perdida. Passei a conversar
com outros companheiros e procurar saber em que poderia colaborar com o
grupo.
Estávamos próximos às eleições do Comitê de Serviços no grupo e me sugeriram
que eu poderia me candidatar a algum encargo para o qual me sentisse bem,
dentro de minhas habilidades pessoais. Chegada as eleições fiquei em "meu
canto" esperando que fossem preenchidas as "vagas". Faltava o RI
(Representante Integrupal, antigo encargo). Coloquei meu nome à disposição
do grupo sem saber o que aquilo significava... Nosso velho costume de que
não tem tu, vai tu mesmo", fez com que eu fosse eleita.
Passados uns três meses é que fui entender as responsabilidades do RI.
Confesso que quase desisti. Acho que existe orgulho sadio, e foi justamente
esse orgulho que não me deixou desistir. Passei a me inteirar dos Princípios
e trabalhar minha recuperação individual. Busquei apadrinhamento em Serviços
Levei muitas "cacetadas" e consegui entender o que é servir A.A.! O orgulho
e a prepotência tinham que dar lugar à aceitação e à tolerância.
Os Princípios tinham que se sobrepor à minha personalidade. Foi através do
servir que descobri a carga de defeitos que tenho. O fato é que, já lá se
vão nove anos de busca e aperfeiçoamento de mim mesma, através dos serviços.
Isso me leva a uma outra reflexão e questionamentos: Onde ficam os benéficos
princípios de rotatividade nos trabalhos de A.A. e por que somos tão poucas
mulheres em serviços? Às vezes me pergunto se é a minha incapacidade no
apadrinhamento ou se realmente faltam afilhadas. Será que o cumprimento do
objetivo primordial de nossa Irmandade cabe apenas a alguns ou a cada membro
de A.A.? Ao ficar apreensiva com esses questionamentos, lembro-me de uma
frase (não me recordo de quem) que reflete bem o espírito de nossa
Irmandade: "Se quero modificar o mundo, tenho que começar pela menor parte
dele que sou eu mesma".
Há dias em que me sinto cansada e tenho vontade de "jogar a toalha", mas a
maior prejudicada serei eu mesma. A minha sobriedade depende de ação. Nada
melhor para manter-me sóbria do que o trabalho com outros, que se encontram
dentro ou fora de A.A.
Concluindo, deixo um texto do livro "Dr. bob e os Bons Veteranos": "A
primeira razão é que dessa maneira está funcionando muito bem. Por que devo
tentar outra maneira? A segunda razão é que não quero me privar do
privilégio de me reunir, felicitar e visitar outros companheiros alcoólicos.
É um prazer para mim. E a terceira razão é a mais importante. Pertenço a
essa reunião pela saúde do novo homem ou mulher que possa cruzar essa porta.
Sou uma prova viva de que A.A. funcionará enquanto eu trabalhar em A.A., e
devo isso ao novato que está aí."
Um abraço a todos.

O Caminho para Alcoólicos Anónimos

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video para o caminho para AA

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Este Video mostra o caminho de muitos alcoólicos e alcoólicas tem que caminhar para chegar ao seu fundo do poço emocional, na minha opinião o video "O caminho para Alcoolicos Anonimos" mostra a realidade que com qual eu me indentifico, e talvez te possa ajudar a dares uma oportunidade e ti mesmo. Em Alcoolicos Anonimos não queremos saber se és criminoso ou um experto da sociadade, apenas temos o proposito comum de nos ajudar-mos mutuamente a lidar com a nossa doença. Alcoólismo é uma doença não um vicio como a publicidade nos quer fazer crer por vezes.